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EstratégiaNo-Limit BSS

Crushing NL50 (3) - Pós-flop: Conceitos Avançados

» COLUNA

Crushing NL 50 (3) -
Pós-flop: Conceitos Avançados

por Hasenbraten

Nesta terceira parte da série "Crushing NL 50" vamos abordar mais alguns conceitos básicos relacionados com o jogo no pós-flop, mas só que em mais detalhe. Vais aprender o que é um "leque de mãos", como trabalhar com ele e como avaliar o leque de mãos do adversário. Vais também aprender sobre situações "muito à frente / muito atrás (WA/WB)" e receber mais informações relacionadas com o controle de pote, protecção e extracção de valor.

Pensando nos Leques de Mãos

Em primeiro lugar, um leque de mãos é um grupo de diferentes mãos. Um mão única do tipo A, T é um leque de mãos muito específico, enquanto que algo do género AQs+, AKo, QQ+ seria menos específico.

O termo "leque de mãos" é frequentemente utilizado para definir um grupo de mãos que o teu adversário pode ter em determinada situação. Para encurtar um pouco a definição, é normal utilizarmos a seguinte notação XY+.

O sinal "+" significa um crescimento no kicker, por isso o "AT+" como um exemplo de leque de mãos cobre as seguintes mãos: AT, AJ, AQ e AK quer sejam suited ou off-suited. A diferença entre uma mão ser suited (do mesmo naipe) ou não, pode ser expresso da seguinte forma: AJo+, ATs+. Este leque de mãos englobaria ATs, AJs, AQs, AKs, AJo, AQo e AKo. O sinal "+" pode também ser um indicador de mãos mais fortes da mesma categoria, como por exemplo 65+ que também inclui 67s, 87s e assim por diante.

Então, como é que posso pensar em leques de mãos?

Tens que compreender que o teu adversário nunca joga com uma mão específica, mas sim com um determinado intervalo de mãos (leque de mãos). Quando estás a pensar em leques de mãos, esse é o pré-requisito para a leitura de mãos e para estimar a tua própria equity.

O que é que significa exactamente a palavra equity?

O termo já foi utilizado nos artigos anteriores desta série, e uma vez que agora o vamos utilizar com mais precisão, vamos explicá-lo novamente. A equity de um leque de mãos descreve o seu valor marginal em partes do pote quando comparado com um leque de mãos diferente, e tendo em conta a board.

Um leque de mãos pode variar entre a especificação de uma determinada mão e a afirmação inespecífica "quaisquer duas". Quando se joga poker é indispensável ter uma certa percepção para a equity. Se durante uma sessão não tiveste certeza em algumas situações, no final da sessão deves consultar o Equilator e analisar as tuas mãos cuidadosamente.

Aqui ficam alguns exemplos de equity em diferentes situações:

  • Top-pair vs. flush draw com undercards: 65% - 35%
  • Top-pair vs. flush draw com duas overcards: 48% - 51%
  • Set vs. open-ended straight draw e flush draw: 60% - 40%
  • QQ vs. um leque de mãos com QQ+, AK: 40% - 60%
  • Top-pair vs. top-pair com um kicker mais fraco: 86% - 13%

Estes valores podem variar ligeiramente dependendo da board, mas são pontos de referência bastante bons para o teu jogo.

Leitura de Mãos

Vamos passar agora à parte mais prática deste artigo: leitura de mãos.

A leitura de mãos é quando tentamos determinar o leque de mãos do adversário com base nas informações disponíveis. Este processo exige entre outras coisas muita experiência, independentemente da quantidade de conteúdos teóricos que tenhas estudado. A leitura de mãos acontece nas mesas e não existe outra forma de aprender que não seja a tentares por ti mesmo e aprendendo com os teus próprios erros.

Podes fazer a leitura de mãos ao encurtar o leques de mãos dos adversários passo a passo. Numa mesa com 10 jogadores, e desde que nenhum jogador esteja a ser favorecido pelo dealer, vais defrontar nove jogadores com um leque de mãos com quaisquer duas e onde a única mão que conheces é a tua própria mão.

Estes jogadores começam a jogar. Se um jogador fizer raise, o seu leque de mãos torna-se mais curto, uma vez que ele não faria raise com quaisquer duas cartas. Este leque de mãos mais curto também depende do tipo de jogador que ele é, da sua posição e das acções dos outros jogadores.

Vamos assumir que todos os jogadores antes do cutoff fazem fold e este jogador faz raise. O seu leque de mãos pode agora englobar 22+, A7s+, ATo+, 78s, T9o+, AQo+ e KT+. Para encurtar ainda mais este leque de mãos, devemos ter sempre em conta toda a informação disponível.

Enquanto que um jogador tight faz raise com poucas mãos, um jogador loose faz raise com um número de mãos um pouco superior. Com qualquer nova acção que este jogador faça, o seu leque de mãos torna-se ainda mais curto.

Um aspecto importante: um leque de mãos nunca pode expandir-se. Uma mão com a qual o teu adversário nunca faria raise no pré-flop, não pode depois do flop passar a fazer parte do seu leque de mãos. Contudo, a leitura de mãos nunca é 100% exacta e pode levar-te a decisões ainda mais erradas se a tua primeira presunção não estiver correcta.

Vamos ilustrar isto com um exemplo:

EXEMPLO 1

100BB Stacks
CO (TAG)
BU (Calling station)

Pre-flop: all fold, CO raises 4BB, BU calls 4BB, 2 folds

Tendo por base a tua estimativa de que o CO é um TAG, assumes que o leque de mãos do CO é o seguinte: A2s+, ATo+, 78s+, T9o+, Qto+, KT+, JT.

Para o BU consideras que ele possa ter o seguinte leque de mãos: 22-JJ, A2-AQ, 45+ 46+ 58+, Q2+, K2+, J5+, T5+.

Este leque de mãos é bastante largo e ele não fará sempre cold call com qualquer uma destas mãos; talvez com broadway cards, mas raramente com suited connectors. Contudo, estas mãos fazem frequentemente parte destas situações e por isso devem ser incluídas no leque de mãos estimado.

Flop: K, T, 2
CO bets 7BB, BU calls 7BB 

Numa situação como esta, o TAG não apostará em 100% dos casos fora de posição contra o fish. O seu leque de mãos pode agora ser de Tx+ com draws adicionais do tipo flush draw ou QJ para um OESD. AQ, AJ com um gutshot e uma overcard também são possíveis. Resumindo, o leque de mãos do TAG deve ser algo do tipo Ah2h+, KT+, QJ, JT+, 22, TT+.

O calling station é muito provável que faça muitas vezes call aqui: com qualquer par, com qualquer flush e straight draw, e por vezes até mesmo com A-high. O seu leque de mãos deve por isso conter o seguinte: 2Q+ (Q2, K2 e A2 como possíveis duques), T5+, K2+, QJ, AJ, AQ, J9, Q9 e XhYh. Podes também incluir alguns calls aleatórios com outras mãos, como por exemplo one card backdoor flush draws, ace highs ou mãos similares. Mãos com dois pares também são uma possibilidade, uma vez que nem sempre fazem raise com elas.

Turn: 3
CO checks,

O CO aqui muitas vezes aposta com mãos feitas, como por exemplo top-pair+. Uma aposta com Tx+ não seria má, mas nem sempre é utilizada. Esta suposição deixa-te com as restantes mãos feitas e todos os draws que são demasiado fracos para um segundo bluff. Se cometeste um erro originalmente e sabes que ele costuma tentar bluffs frequentemente sem ter absolutamente nada, ele pode também estar agora a desistir deste bluff.

Vamos assumir o seguinte:

CO: JT, T9 como mãos feitas fraca, AQ, AJ, QJ, XY sem um draw.

BU bets 15BB, CO raises All-In 

Neste caso, o BU deve ter uma mão, caso contrário seria passivo a jogar. Dado que ele não faz necessariamente raise com mãos fortes no flop, ele provavelmente tem Kx ou algo mais forte, e menos frequentemente terá mãos inferiores ou um draw.

O raise que se seguiu à aposta não faz qualquer sentido. Não existe nenhuma mão no leque de mãos do TAG com a qual ele faça raise perante a demonstração de força do BU. Ou a nossa análise do seu leque de mãos estava errada, ou a nossa suposição sobre a forma como ele joga os seus leques de mãos está incorrecta.

Se isto acontecer durante o jogo, deves tentar encontrar o erro e corrigi-lo o mais rápido possível. Se isso não funcionar, ainda tens uma opção: esquece as tuas suposições iniciais do leque de mãos e pergunta a ti mesmo se esta jogada pode ser um bluff, um semi-bluff ou uma jogada por valor, e qual a probabilidade de cada um desses movimentos.

Caso não esperes um bluff ou semi-bluff deste adversário, tens que estimar a tua equity contra um leque de mãos por valor e não esquecer de ter novamente em conta as mãos que excluíste mais cedo. Ele tem que ter algum tipo de mão, certo? Na mesa já ficou comprovado que os seguintes cálculos são os que funcionam melhor:

Determina o leque de mãos do adversário. Utiliza partes desse leque para tomar decisões sobre como reagir e toma a decisão mais rentável com base na soma de todas essas possibilidades.

"Rentável" neste caso também pode ser expresso matematicamente, mas quantas mais opções forem incluídas, mais complicado se torna. Aqui tens a fórmula básica:

EV = Pfold * Pote + ( 1 – Pfold ) * ( Equity * ( Pote + Aposta ) - ( 1- Equity ) * Aposta )

"Pfold" descreve a probabilidade de o teu adversário fazer fold; "Pote": o pote sem o teu investimento; "Equity": a tua parte do pote. Para estimar a tua rentabilidade, EV=0 e resolve a nova equação para calcular o valor necessário ou o rácio de equity.

Nota que fazer call a sets torna Pfold em zero, enquanto que tentar bluff a sets faz com que a equity seja zero. Como exemplo, vamos calcular o fold equity necessário para um bluff puro:

0 = Pfold * Pote + ( 1 – Pfold ) * ( 0 * (Pote + Aposta) - ( 1-0 ) * Aposta) = Pfold * Pote – (1-Pfold) * Aposta

Dependendo do tamanho da aposta, ficamos com um Pfold = Aposta/(Aposta+Pote). Se olhares para o tamanho da aposta em relação ao tamanho do pote, a nova equação será Pfold = Aposta%/(Aposta%+1) com Aposta% = Aposta/Pote. Se o teu bluff com uma aposta do tamanho do pote pretende ser rentável, o teu adversário tem que fazer fold em 1/(1+1)=0.5 dos casos, tornando-se um dos dois. Se fizeres bluff com apenas metade do tamanho do pote, o teu adversário tem que fazer fold em ½ / (½ + 1) = 1/3 ou um em cada três casos.

Estes e outros cálculos similares formam a base da análise matemática dos valores esperados. Em casos mais complicados também precisas de uma análise do leque de mãos para determinar a equity, e também podes ter que avaliar cenários mais complicados. Imagina que estás a jogar contra dois adversários; neste caso um, ambos, ou nenhum deles pode fazer fold perante a tua aposta por bluff.

Quando em dúvida, este tipo de análise vai permitir que tenhas pelo menos algumas suposições em relação ao valor esperado, uma vez que nunca consegues ter suposições correctas tão precisas como aquelas que desejarias. Ao menos passas de "Penso que isto está correcto" para uma afirmação com mais substância do tipo: "Calculei-a desta forma e o resultado indica isto...".

Infelizmente, apenas algumas decisões podem ser verificadas com esse nível de detalhe. Especialmente no início de uma mão, o vasto número de cenários possíveis e a soma de todos os possíveis erros tornam impossível, ou pelo menos muito difícil, chegar a uma conclusão matematicamente fundamentada.

Muito à frente - Muito atrás

Vamos agora deixar para trás a parte matemática mais seca e a primeira sessão prática de leitura de mãos para avançar para outros conceitos do pós-flop. O primeiro é intitulado "Muito à frente / Muito atrás" ou WA/WB. Este conceito serve para descrever situações que cumprem com os seguintes critérios:

  • Tens uma grande equity contra uma parte do leque de mãos do teu adversário
  • Tens pouca equity contra a outra parte do leque de mãos do teu adversário
  • Ambas as partes têm a mesma probabilidade

Com base nestas suposições, existe uma recomendação de jogo relativamente fácil para ti:

  • Não tens que proteger a tua mão contra draws
  • Se fores agressivo, o teu adversário se tiver uma mão inferior fará fold frequentemente

Estas duas recomendações levam-nos a concluir que o teu objectivo deve ser o de chegar ao showdown passivamente. Este estilo vai maximizar os teus lucros, porque mãos inferiores mantêm-se no pote e não impedes que os teus adversários tentem bluffs. Por outro lado, estás também a minimizar as tuas perdas, uma vez que não tornas o pote maior do que o necessário.

É também importante referir que não estás perante uma situação WA/WB se numa determinada situação estiveres muitas vezes à frente ou muitas vezes atrás. Vamos supor que tens um par de reis de mão (KK) e não consideras que o teu adversário tenha AK. Neste caso, ou estás muito à frente contra qualquer mão com excepção de um par de ases de mão, ou muito atrás contra esse mesmo par de ases de mão.

Contudo, é mais provável que um adversário tenha um par inferior ao teu do que superior, o que torna este caso numa não situação WA/WB. O mesmo se aplica para uma situação com 77. Podes estar na frente contra pares inferiores, mas se estiveres perante uma situação de all-in, não vais estar apenas contra esses pares, mas sim contra pares muito superiores. É por isso que assumimos que também neste caso não estamos perante uma situação WA/WB.

EXEMPLO 2

100BB Stacks
(No information)

Pre-flop: You are CO with JJ
6 folds, Hero raises 4BB, 2 folds, BB calls 3BB

Flop: Q, 6, 3; Pot 8BB
BB checks

Tens o segundo par. Se estás atrás não tens mais do que dois outs. Se estás à frente, o teu adversário tem no máximo cinco outs, excepto se ele tiver 45. Aparentemente, estamos perante uma situação WA/WB, mas não é esse exactamente o caso, pois os argumentos para uma aposta pesam mais do que a situação WA/WB.

  • Ainda existe a possibilidade de existirem mãos inferiores, mas que não fariam fold perante uma demonstração de agressividade, como por exemplo outros segundos pares
  • Se fizeres apenas check da tua mão, estarias a limitar as tuas escolhas de apostas neste flop, tal como também o farias com uma aposta por bluff

Apostas 6BB, BB calls 6BB

Turn: 3
BB checks

O 3 é uma blank, por isso o teu adversário ou tem uma mão superior (Qx) ou inferior (6x ou um par de mão). Se decidires apostar, as mãos inferiores provavelmente farão fold e não terás que proteger. Uma segunda aposta por bluff é algo que também não deves fazer muitas vezes, por isso deves seguir aqui o conceito de WA/WB e fazer check behind.

Fazes check

River: 9
BB checks

Perante esta carta no river até podes apostar por valor novamente, uma vez que o teu adversário jogaria a maioria das mãos vencedoras de maneira diferente. Se optares por uma aposta de cerca de metade do pote, frequentemente receberás call de mãos inferiores.

Se assumirmos que a BB apostaria 12BB no river, a nossa resposta não seria tão clara. No turn demonstraste fraqueza, por isso podes muitas vezes fazer o call no river, dado que o teu adversário pode apostar com pares inferiores para valor, colocar uma blockbet ou tentar o bluff com mãos do tipo 45. Contudo, uma situação como esta depende significativamente do que tu pensas do adversário, por isso não podemos fazer nenhuma recomendação geral.

Controle de Pote, Protecção & Valor

Três termos, três pontos e três objectivos:

  • Controle de Pote significa que tens uma mão média e queres manter o pote pequeno. Isso leva a um estilo de jogo passivo.
  • Protecção significa que queres evitar que a mão do teu adversário melhore. Isso leva a um estilo de jogo agressivo.
  • Valor significa que assumes que a tua mão é actualmente a melhor e queres aumentar o tamanho do pote. Isso leva a um estilo de jogo agressivo.

Estes princípios obviamente que se contradizem uns aos outros e nem sempre é claro qual é que devemos seguir. Se tiveres a melhor, ou uma das potencialmente melhores mãos, o teu objectivo é simples: jogar para valor. 

Os problemas surgem se o controle de pote se sobrepõem com a protecção e/ou situações para valor. Por exemplo, se tens um overpair numa board seca. O teu adversário pode ter um set ou dois pares e a tua mão estaria derrotada. Contra este tipo de mãos deves jogar para controle de pote ou até mesmo considerar fazer fold.

Parece diferente se o teu adversário tiver um top pair. Agora deves jogar para valor, porque a mão dele também lhe permite investir algumas fichas.

Aqui ficam alguns cenários possíveis de controle de pote vs. valor:

  • TT numa board com 923, KQ numa board com KT5, etc.

Aqui ficam alguns cenários possíveis de controle de pote vs. protecção:

  • JJ numa board com Q, 9, 3; KJ numa board com J, T, 2; 22 numa board com 9, 8, 2, 4, etc.

É impossível avaliar cada uma destas situações com base numa apresentação tão simples. Tens que criar um plano individual para cada caso com base na tua leitura de mãos e fazer suposições sobre como um adversário em particular jogaria determinada mão. Ele joga draws activamente ou passivamente? Ele é o tipo de jogador que faz slow play? Será que ele faz muitos raises no flop? Se sim, com que tipo de mãos? Com que mãos é que ele vai até ao showdown? Será ele capaz de fazer fold de um top pair? E assim por diante.

Lembra-te que o jogo no pré-flop limita drasticamente o leque de mãos de qualquer jogador, baixando dos 100% até aproximadamente 2%-30%, dependendo da situação.

» SUMÁRIO

Agora já tens as bases teóricas para vencer o jogo full ring. O teu jogo no pré e pós-flop já deve ser por esta altura suficientemente sólido para que possas passar no próximo capítulo para os jogos short-handed.

A passagem para os jogos short-handed não é necessária a qualquer custo, mas a maioria dos jogadores mais cedo ou mais tarde acaba por dar esse passo. No próximo artigo vamos abordar com mais atenção o jogo pré-flop short-handed ao lado da tabela de raises de abertura. Os artigos seguintes vão abordar com detalhe os conceitos mais avançados e estilos de jogo nos jogos short-handed.

 

Comentários (2)

#1 Brubaker1982, 16.08.12 17:54

Marcando como lido...

#2 pporsche, 17.08.12 15:04

#1
No final de cada artigo tens no canto inferior direito uma box que diz "Notas pessoais" que podes usar para estas notas ;)

Abraço,
Paulo "pporsche" Moreira