Depilação (versão masculina)

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      Bronze
      Inscrição: 10-20-2009 Posts: 372
      é um tanto extensa, mas vale a pena ler até o final.
      só pra distrair um pouco

      Depilação (versão masculina)

      Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em que não
      se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia será segunda-feira,
      quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas
      "partes".

      Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia: Por que não depilamos
      seus ovinhos, assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles.
      Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei
      imaginando o que seriam "outras coisas". Respondi que nao, que doeria coisa
      e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e
      eu imaginando as "outras coisas" nao tive mais como negar. Concordei.

      Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos
      necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porêm
      minha mente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando
      escutei o beep do microondas.

      Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de
      plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela >estava com um
      ar de "dona da situação" que deixaria qualquer medico urologista
      sentindo-se como um residente. Fiquei tranquilo e autorizei o restante do
      processo.

      Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o
      acesso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de
      porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação
      maravilhosa!!

      O Sr. Pinto já estava todo "pimpão" como quem diz: "sou o próximo da
      fila"!! Pelo ini­cio, fiquei imaginando quais seriam as "outras coisas" que
      viriam. Apos estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos
      no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria leva-los para viajem.
      Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer, na
      Thailandia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois
      ela esticou o saquinho para um lado e deu um PUXÃO repentino.Todas as novas
      sensações foram trocadas por um sonoro PUUUUTA QUEEEE O PARIUUUUUUU quase
      falado letra por letra.

      Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado
      grudado. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos, e que precisava
      passar de novo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vao ficar
      ali­ para a eternidade!! Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas
      respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave
      amazônica em
      extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos.

      Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a
      cabeça. Passei alguns minutos deixando a agua gelada escorrer pelo meu
      corpo. Sai­ do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um
      bebezinho novo: faz merda atras de merda. Peguei meu gel após barba com
      camomila "que acalma a pele", enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se
      tivesse passado molho de pimenta. Sentei no bide na posição de "lava
      xereca" e deixei o chuveirinho acalmar os Drs, peguei a toalha de rosto e
      fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round.

      Olhei para meu pinto. Ele tao alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno
      que mais parecia irmão gemeo de meu umbigo.

      Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou se eu
      estava passando bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual
      uma gralha . Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado
      que os pentelhos tinham sai­do pelas rai­zes, que demorariam voltar a
      nascer.

      "Pela espessura da pele do meu saco, aqui nao nasce nem penugem, meus ovos
      vão ficar que nem os das codornas ", respondi.

      Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de
      distância e sem tocar em nada e se ficar rindo vai entrar na PORRADA!!

      Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo
      para mim nem para perpetuar a especie humana.
      No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam
      mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir
      o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas
      nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais
      folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.

      Entrei na minha sessão andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para
      todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé
      com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfí­cie.

      Resultado, certas coisas devem ser feitas somente pelas mulheres.NÃO
      adianta tentar misturar os universos masculino e feminino.
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