[F1 2017] Aquecendo os motores

    • brunogalvao81
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      http://globoesporte.globo.com/platb/voandobaixo/2013/06/10/avaliacoes-do-gp-do-canada-5/

      AVALIAÇÕES DO GP DO CANADÁ

      Pilotos

      Melhor: Sebastian Vettel. O alemão dominou o treino classificatório, largou na pole e liderou todas as voltas da corrida sem sequer ser ameaçado. De quebra, ainda ampliou a vantagem na liderança do Mundial de Pilotos para 36 pontos em relação a Fernando Alonso. Caminha a passos largos para o tetracampeonato.

      Pior: Giedo van der Garde. O holandês já merecia esse troféu há algumas corridas. Mas no Canadá foi demais. Além de sempre largar na rabeira, o piloto da Caterham foi punido com um stop and go de dez segundos na corrida e ainda perdeu cinco posições no grid do GP da Inglaterra. Péssimo desempenho.Avaliação das equipes:

      Equipes


      RBR – O melhor carro do fim de semana. Sebastian Vettel liderou a maior parte dos treinos e dominou a corrida de ponta a ponta. O alemão está cada vez mais perto do tetracampeonato.

      FERRARI – A equipe italiana proporcionou boas condições para Felipe Massa e Fernando Alonso fazerem corridas de recuperação. O brasileiro chegou em oitavo e o espanhol, em segundo.

      MERCEDES – Mostrou evolução, principalmente no tratamento dos pneus. Lewis Hamilton e Nico Rosberg andaram bem mesmo com os pneus desgastados. O inglês foi o terceiro e o alemão, o quinto.

      STR – A equipe italiana melhorou bastante neste ano. No sábado, colocou seus dois carros entre os dez primeiros. Na corrida, Jean-Eric Vergne conseguiu uma ótima sexta posição.

      FORCE INDIA – Em seu 100º GP na F-1, não foi brilhante, mas colocou seus dois carros na zona de pontuação. E Paul di Resta teve um desempenho impressionante ao dar 56 voltas com o mesmo jogo de pneus.

      LOTUS – Vem caindo de desempenho nesta temporada, mas marcou pontos com Kimi Raikkonen na nona posição. Ainda assim, é pouco para quem planejava lutar pelo título desta temporada.

      WILLIAMS – Brilhou no treino classificatório com o terceiro lugar de Valtteri Bottas. Mas na corrida, os dois pilotos da equipe acabaram bem longe da zona de pontuação.

      McLAREN – A fase da equipe inglesa é das piores que já vi desde que acompanho F-1. O 11º lugar de Pérez e o 12º de Button acabaram com a sequência de 64 GPs do time nos pontos.

      SAUBER – Péssimo desempenho da equipe suíça em Montreal. Seus dois carros abandonaram a prova: Esteban Gutiérrez bateu sozinho e Nico Hulkenberg se enroscou com Van der Garde.

      MARUSSIA – De novo, a equipe anglo-russa terminou na frente da Caterham, desta vez com o francês Jules Bianchi. Ainda assim, ficou duas voltas atrás do vencedor Vettel.

      CATERHAM – A equipe tem perdido a disputa com a Marussia. Enquanto Charles Pic luta para tentar evoluir, o limitado Giedo van der Garde só faz besteira. Pior piloto do ano.
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      http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2013/06/webber-detona-van-der-garde-piloto-pago-sem-espelhos-retrovisores.html

      Webber detona 'distraído' Van der Garde: 'Piloto pago sem retrovisores'

      Experiente, Mark Webber mais uma vez mostrou sua acidez ao criticar pilotos novatos por irresponsabilidades nas corridas. No ano passado, chamou Romain Grosjean de “maluco da primeira volta” após ser tocado pelo piloto da Lotus no GP do Japão - apelido que demorou a desgrudar do francês. Agora, foi a vez do australiano da RBR detonar Giedo van der Garde, por não prestar atenção às bandeiras azuis quando era retardatário durante o GP do Canadá do último domingo. Webber foi fechado quando tentava dar uma volta no piloto da Caterham e teve o bico de sua RBR danificado. O veterano, que era terceiro no momento do incidente e ainda terminou a prova em quarto, não perdoou o holandês.

      - Van der Garde é um piloto pago sem espelhos retrovisores. Mostraram várias bandeiras azuis até chegarmos ao hairpin. Alguns caras parecem que se concentram demais em apenas pilotar o carro – disparou, lembrando também o fato do holandês ter levado patrocínio à Caterham para conseguir um cockpit e estrear na F-1 em 2013.
      Giego van der Garde rodado após incidente com Mark Webber durante o GP do Canadá (Foto: AP)

      Por causa do incidente, Van der Garde foi penalizado com um drive-through (passagem direta pelos boxes), mas parece que não aprendeu a lição e fez mais uma “vítima” na mesma prova. Pouco tempo depois, voltou a ignorar as bandeiras azuis, que dessa sinalizavam a aproximação de Nico Hulkenberg. Pelos 4,361km do Circuito Gilles Villeneuve, o alemão da Sauber precisou usar todos seus recursos para ultrapassar o “ingrato” retardatário: acionou a asa móvel, ativou o KERS. Em vão. Os dois bateram e abandonaram. Por causa da reincidência, o holandês da Caterham foi punido com a perda de cinco posições no grid da próxima etapa, o GP da Inglaterra.
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      http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2013/06/vettel-quer-vitoria-no-quintal-da-rbr-silverstone-tem-melhores-curvas.html

      Vettel quer vitória no quintal da RBR: 'Silverstone tem as melhores curvas'

      Com 36 pontos à frente de Fernando Alonso, Sebastian Vettel ocupa uma liderança confortável na atual temporada da Fórmula 1. Mas o alemão não quer esmorecer diante da ampla vantagem. Em Silverstone, próxima parada do campeonato, o piloto da RBR pretende abusar das características do circuito inglês para brigar pelo lugar mais alto do pódio.

      - Mesmo com a grande mudança no layout do traçado, Silverstone continua sendo um desafio sem igual. Acho que só podemos compará-lo a Suzuka em relação a essa incrível seqüência de curvas rápidas. Copse Corner, Maggots, Becketts e Chapel estão entre as melhores curvas da Fórmula 1 - comentou Vettel.

      Para Vettel, o palco do GP da Inglaterra também é especial por estar localizado a apenas 30 quilômetros da sede da RBR, em Milton Keynes, na região sudeste do país. O companheiro de equipe do alemão também classifica Silverstone como um dos pontos altos da temporada. Mark Webber lembra com carinho de sua vitória por lá em 2010, quando o australiano superou o inglês Lewis Hamilton e decepcionou a torcida da casa.

      - Vencer na Inglaterra foi muito especial, porque aqui é a casa de muitas equipes. Além disso, é um lugar com muitos amantes da velocidade - disse Webber.

      As atividades do GP da Inglaterra, oitava etapa da temporada, começam na próxima sexta-feira, com os dois primeiros treinos livres da prova. No sábado, os pilotos participam de mais uma sessão livre, seguida pelo treino classificatório. A corrida será no domingo, às 9h (de Brasília), com transmissão ao vivo da Rede Globo.
    • AfonsoMagalhaes
      AfonsoMagalhaes
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      O que é que você tem a dizer da suspeita da Redbull usar um sistema de controlo de tracção?

      Abraço
    • brunogalvao81
      brunogalvao81
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      Original de AfonsoMagalhaes
      O que é que você tem a dizer da suspeita da Redbull usar um sistema de controlo de tracção?

      Abraço
      COmplicado de provar isso. Só se a FIA intervir. MAs tem mais cara de chiadeira dos italianos.
    • thegreatmazinga
      thegreatmazinga
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      "Se Ayrton Senna corresse hoje, ninguém seria capaz de batê-lo"
    • brunogalvao81
      brunogalvao81
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      Uma vaga interessante que se abre. Vai movimentar o mercado mas o Raikkonen é favorito pra essa vaga.

      http://grandepremio.com.br/f1/noticias/webber-confirma-rumores-assina-com-porsche-e-deixa-f1-apos-12-temporadas-no-fim-de-2013

      Webber confirma rumores, assina com Porsche e deixa F1 após 12 temporadas no fim de 2013

      Mark Webber colocou um ponto final nos rumores e anunciou nesta quinta-feira (27) sua decisão de encerrar sua carreira na F1. Depois de 12 anos no Mundial, o australiano se despedirá das pistas no final desta temporada.

      Além de comunicar sua saída da F1, o piloto de 36 anos confirmou os rumores que indicavam uma mudança para a Porsche e vai trabalhar com a marca alemã em seu novo programa esportivo, que inclui as tradicionais 24 Horas de Le Mans. As primeiras informações sobre um possível vínculo entre Webber e a Porsche aconteceram ainda no início deste ano, por conta do projeto da montadora para integrar o Mundial de Endurance a partir de 2014.

      O piloto, que assinou um acordo "de muitos anos" com a marca alemã, também já teve a carreira ligada às competições de corridas de longa duração no passado, quando defendeu a Mercedes em Le Mans, entre 1998 e 1999, antes de retomar o caminho para os monopostos e a F1, cuja estreia aconteceu em 2002, pela Minardi.

      Depois de uma temporada na pequena e já extinta equipe italiana, Mark assinou com a Jaguar e ficou por lá até 2004. Na temporada seguinte, o piloto foi para a Williams, time em que correu por dois anos, antes de finalmente firmar contrato com a Red Bull, onde permanece desde 2007. O melhor resultado da carreira até o momento são dois terceiros lugares no Mundial de Pilotos de 2010 e 2011. Atualmente, Webber ocupa a quinta posição na classificação, com 69 pontos.

      A passagem pela esquadra austríaca foi marcada por altos e baixos e polêmicas envolvendo o companheiro de time, Sebastian Vettel. A maior delas aconteceu ainda neste ano, quando o alemão desobedeceu a uma ordem da equipe e ultrapassou Mark na parte final da corrida da Malásia. Ao final da prova em Sepang, o australiano não poupou críticas ao tricampeão.

      "É uma honra fazer parte do programa da Porsche em seu retorno ao topo do endurance e das 24 Horas de Le Mans", disse o piloto. “A Porsche escreveu a história das corridas como uma fabricante e representa performance e tecnologia excelentes no mais alto nível”, afirmou Mark.

      “Estou muito ansioso para este novo desafio depois do meu tempo na F1. Mal posso esperar para pilotar um dos carros mais rápidos do mundo”, declarou.

      Webber agora se junta a Neel Jani, Romain Dumas e Timo Bernhard, que anunciaram recentemente ligação com a marca para o programa no time na LMP1 nas 24 Horas de Le Mans. Wolfgang Hatz, membro do conselho da Porsche para pesquisa e desenvolvimento, afirmou que a montadora estava satisfeita e emocionada com o contrato com o experiente piloto da F1.

      "Estou muito satisfeito por ter conseguido Mark Webber para o nosso projeto na LMP1, porque ele é um dos melhores e um dos mais bem-sucedidos pilotos da F1 do nosso tempo", declarou Hatz. "Mark é, sem dúvida, um dos melhores pilotos do mundo. Tem experiência em Le Mans e é um grande entusiasta da Porsche", completou.

      Na última quarta-feira, o jornal alemão ‘Bild’ havia anunciado que Dietrich Mateschitz, dono da Red Bull, tinha oferecido para Webber a renovação de seu contrato com o time, que chegará ao fim nesta temporada.

      Segundo rumores, os candidatos a vaga de Webber como companheiro de Sebastian Vettel são: Kimi Räikkönen, Daniel Ricciardo e Jean-Éric Vergne, esses dois últimos pilotos oriundos do programa de jovens competidores da equipe austríaca e atuais titulares da Toro Rosso.
    • Clima88
      Clima88
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      É verdade, concordo com você que Raikkonen é mesmo o favorito e na minha opinião é um piloto extraordinário. Mas na corrida por essa vaga também estão o Daniel Ricciardo e o francês Jean-Eric Vergne, que formam uma dupla bem forte.

      Mas parece que a decisão só sai em 2014.
    • brunogalvao81
      brunogalvao81
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      Original de Clima88
      É verdade, concordo com você que Raikkonen é mesmo o favorito e na minha opinião é um piloto extraordinário. Mas na corrida por essa vaga também estão o Daniel Ricciardo e o francês Jean-Eric Vergne, que formam uma dupla bem forte.

      Mas parece que a decisão só sai em 2014.
      A preferência da Red Bull é total pro Vettel. Se for ver por outro lado talvez seja melhor pegar um desses caras ou o próprio Massa. O Raikkonen pode desestabilizar o time da mesma forma que o Webber fez. A sorte é que o Vettel e a Red Bull estão sobrando.
    • brunogalvao81
      brunogalvao81
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      http://grandepremio.com.br/f1/noticias/rosberg-bate-dupla-da-red-bull-e-poe-mercedes-na-frente-em-silverstone-massa-erra-e-bate-de-novo

      Rosberg bate dupla da Red Bull e põe Mercedes na frente em Silverstone. Massa erra e bate de novo

      Mercedes e Ferrari. Duas das marcas mais lendárias da F1 ocuparam os dois extremos da tabela de tempos do segundo treino livre do GP da Inglaterra, disputado na tarde desta sexta-feira (28) em Silverstone. Com a pista finalmente seca, o circuito britânico viu um Nico Rosberg com ótimo rendimento, tanto com pneus médios quanto com os duros. Em sua melhor volta, o alemão anotou 1min32s248 e terminou na frente, sendo seguido pela dupla da Red Bull. Mark Webber foi o segundo e bateu o companheiro de equipe e líder do campeonato, Sebastian Vettel.


      Por outro lado, Felipe Massa, aos 23 minutos de sessão, perdeu o controle da sua Ferrari F138 ao passar por cima de uma zebra molhada na saída da curva Stowe. O brasileiro acabou rodando e bateu de frente com a barreira de pneus. O piloto nada sofreu, mas a Ferrari não conseguiu disponibilizar seu carro, com a suspensão dianteira direita avariada por conta da batida, de volta para o treino. Assim, Felipe terminou a sessão em 22º e último na tabela de tempos em Silverstone, pista onde o paulista jamais passou de um quarto lugar na carreira na F1.


      Destaque para as intermediárias Force India e Toro Rosso, que roubaram a cena das ponteiras Ferrari, McLaren e Lotus. Paul di Resta terminou a sessão na quarta posição, seguido por Lewis Hamilton e por Daniel Ricciardo. Jean-Éric Vergne, que duela com Ricciardo por uma vaga que pode aparecer na Red Bull com a saída de Webber, fechou em sétimo, seguido de perto por Adrian Sutil. Romain Grosjean foi o nono, enquanto Fernando Alonso terminou apenas na décima colocação.

      Depois de uma manhã praticamente perdida, as equipes levaram seus pilotos à pista logo no começo do segundo treino desta sexta-feira. A pista estava bem mais seca em relação à primeira sessão, mas ainda estava úmida em alguns pontos. Mesmo com um trilho relativamente seco em alguns pontos, o asfalto estava mais propício para o uso dos pneus intermediários.


      Se pela manhã o primeiro tempo foi estabelecido após mais da metade do treino, na parte da tarde Vettel não levou mais do que cinco minutos para registrar a primeira marca da tarde: 1min44s038, que seria obviamente muito melhor, mais de 10s mais rápido em relação ao tempo estabelecido por Daniel Ricciardo no treino livre 1. Mas com a secagem da pista, esta marca seria facilmente derrubada na sequência.


      Com exceção de Fernando Alonso e Lewis Hamilton, todos os outros pilotos do grid não levaram mais do que dez minutos para completarem as primeiras voltas da tarde em Silverstone. 13 deles registraram volta rápida, sendo que o mais veloz de todos foi um piloto da casa: Paul di Resta, com 1min43s207, ainda com pneus intermediários.


      Aí, com o asfalto definitivamente seco, foi a hora e a vez do teste de verdade, com os pilotos usando pneus para pista seca, seja os protótipos preparados pela Pirelli, como também os compostos duros e médios, escolhidos pela fornecedora milanesa para este fim de semana. E foi com o pneu-protótipo que Vergne destruiu o tempo de Di Resta e cravou 1min41s868. O tempo, no entanto, seria facilmente batido nos minutos seguintes. Em seguida, o francês reduziu sua própria marca em mais de 4s ao registrar 1min37s102.


      As marcas seguiam caindo, e a Toro Rosso continuava na ponta. Vergne se revezava com Ricciardo na liderança da sessão, até que veio Adrian Sutil para andar bem com pneus duros e subir para o topo da tabela. Mas o alemão não ficou mais do que um minuto na primeira posição do treino, já que Di Resta foi o primeiro piloto do fim de semana a andar abaixo de 1min36s ao anotar 1min35s822. O treino era bem intenso, com muita atividade de pista em apenas 22 minutos.


      Pouco depois de Mark Webber provar seu bom rendimento em Silverstone e superar a dupla da Force India ao anotar 1min34s648, Felipe Massa perdeu o controle da F138 na saída da curva Stowe, ao passar por cima de uma zebra ainda molhada, e bateu de frente com a barreira de pneus. O brasileiro não sofreu qualquer tipo de ferimento, mas a suspensão dianteira direita do bólido ficou destruída com o impacto. É o terceiro fim de semana seguido que Felipe bate na F1.


      Não demorou muito tempo para que a Mercedes brilhasse em Silverstone. Primeiro, foi Rosberg, que bateu Webber e subiu para a ponta do treino. Na primeira volta, o alemão anotou 1min34s327, mas melhorou em seguida para 1min33s585. Vergne, de maneira surpreendente, manteve um bom rendimento com sua Toro Rosso e chegou a assumir o segundo posto, superando Webber, mas Lewis Hamilton finalmente apareceu e completou a momentânea dobradinha prateada na Inglaterra, uma das casas da Mercedes — cuja sede principal fica em Brackley.


      Mas essa dobradinha não durou por muito tempo, já que a Toro Rosso voltou a brilhar ao colocar Vergne em segundo e Ricciardo em terceiro, os dois usando pneus duros. Só que Hamilton deu o troco e voltou à segunda posição ao registrar tempo apenas 0s050 inferior ao de Rosberg.


      Se por outro lado Mercedes e Toro Rosso estavam brilhando, Ferrari, Red Bull e a McLaren estavam bem discretas. Fernando Alonso era apenas o oitavo colocado, enquanto Sebastian Vettel vinha numa modesta 13ª posição. Jenson Button, por sua vez, se colocou duas posições à frente do alemão, enquanto Sergio Pérez era o penúltimo, só à frente de Massa. Lá na frente, Ricciardo continuava dando show ao voltar a posicionar a Toro Rosso na frente ao registrar 1min33s550.


      Assim como a Toro Rosso, a Force India era outra equipe do pelotão intermediário que estava fazendo bonito em Silverstone. Antes de os pilotos colocarem pneus médios, o alemão marcou 1min33s374 e subiu para a primeira colocação, com Ricciardo e Rosberg vindo logo atrás. Em compensação, três pilotos de grandes equipes do grid figuravam nas últimas posições: Pérez em 20º, seguido por Kimi Räikkönen e Felipe Massa.


      O primeiro a marcar tempo com pneus médios foi Vettel, que cravou 1min33s068 e, em seguida, 1min32s680, se colocando como líder provisório da sessão. Mas o tricampeão do mundo foi batido em mais de 0s4 pela Mercedes de Rosberg, que parecia estar bastante equilibrada para as condições da pista naquele momento. Hamilton também se aproximou do tempo de Sebastian e figurava em terceiro. Tudo isso quando faltavam 38 minutos para o fim do treino.


      A chuva só ameaçava, mas não dava as caras em Silverstone. Então, com a pista cada vez mais seca, os tempos seguiam melhorando. Rosberg seguia inabalável na liderança, mas a Red Bull passou a ocupar as segunda e terceira posições. Isso porque Webber superou seu companheiro de equipe e subiu para segundo com 1min32s547, 0s299 atrás do piloto da Mercedes.


      Como sempre acontece nos minutos finais do segundo treino livre na F1, os pilotos dedicaram o período para a simulação de corrida, tanto com pneus médios quanto com os duros. Como os tempos de volta obtidos pelos competidores foram bem mais altos do que o normal, as colocações foram mantidas, com a Mercedes na frente. Rosberg fechou a sexta-feira com o melhor tempo, seguido por Webber e Vettel. Massa, por sua vez, encerrou o dia na última posição.
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      http://bandnewsfm.band.uol.com.br/Noticia.aspx?COD=670878&Tipo=232

      Final da Copa das Confederações causa rivalidade entre Felipe Massa e Fernando Alonso

      Embora sejam companheiros de equipe, os pilotos Felipe Massa e Fernando Alonso tem uma disputa particular neste final de semana, quando será realizado o Grande Prêmio de Silverstone, na Inglaterra. A rivalidade entre os pilotos não está relacionada às pistas, onde os dois correm juntos pela Ferrari, mas sim no futebol, onde a seleção do Brasil, de Felipe Massa, irá disputar a final da Copa das Confederações contra a Espanha, país de Fernando Alonso.
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      http://grandepremio.com.br/f1/noticias/em-casa-hamilton-comprova-forca-da-mercedes-quebra-recorde-e-crava-pole-em-silverstone

      Em casa, Hamilton comprova força da Mercedes, quebra recorde e crava pole em Silverstone

      Não teve pra ninguém em Silverstone. Neste sábado (29), a Mercedes comprovou porque tem o melhor carro do Mundial de F1 em ritmo de classificação. Lewis Hamilton sobrou na classificação e garantiu a pole-position do GP da Inglaterra, a sua segunda neste ano. O britânico foi supremo nas três parciais do lendário circuito britânico e registrou 1min29s607. É o novo recorde de Silverstone, que outrora era de Sebastian Vettel, com 1min29s615, estabelecido em 2010. Como prova da força da Mercedes, Nico Rosberg garantiu seu lugar na primeira fila do grid.

      A volta incrível obtida por Hamilton mostra o abismo entre Mercedes e Red Bull em ritmo de classificação. Vettel, que conquistou o terceiro melhor tempo no Q3, foi nada menos que 0s6 mais lento que Lewis. Mark Webber vai fechar a segunda fila do grid depois de fazer sua volta apenas 0s009 mais lento que seu companheiro de equipe.

      A terceira fila em Silverstone ficou com as emergentes Force India e Toro Rosso. Destaques desde o início do fim de semana, Paul di Resta larga em quinto e terá ao seu lado Daniel Ricciardo, outro que andou bem desde sexta-feira. Adrian Sutil parte da sétima posição e terá ao seu lado Romain Grosjean. Kimi Räikkönen e Fernando Alonso, com uma Ferrari que decepcionou neste sábado, fecham o rol dos dez primeiros.

      Felipe Massa teve uma performance decepcionante na classificação. Sem jamais ter um carro competitivo neste fim de semana, o brasileiro foi eliminado da sessão no Q2. O piloto da Ferrari vai abrir o GP da Inglaterra em 12º.
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      http://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/noticia/2013/06/hamilton-fura-pneu-vettel-quebra-e-vitoria-cai-no-colo-de-nico-rosberg.html

      Hamilton fura pneu, Vettel quebra e vitória cai no colo de Nico Rosberg

      Em meio a um show de pneus furados, quebras e duas entradas de safety car, Nico Rosberg saiu e são e salvo para vencer um movimentado GP da Inglaterra neste domingo. O alemão da Mercedes foi beneficiado pelos problemas de Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, ambos quando lideravam a prova. O britânico da Mercedes sofreu com um furo de pneu logo no início da prova, enquanto o alemão da RBR teve problemas no câmbio na parte final e abandonou. Mark Webber e Fernando Alonso completaram o pódio. Felipe Massa cruzou em sexto. O brasileiro começou em 11º, fez uma brilhante largada pulando para quinto, mas foi outro que sofreu com pneu furado em Silverstone.
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      Eu sou um desses: pra mim o Mansell não era nada de mais.

      http://grandepremio.com.br/indy/noticias/coluna-indy-rocks-por-hugo-becker-a-mansell-o-que-e-de-mansell
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      http://www.lancenet.com.br/motor/Sebastian-Vettel-desbanca-Mercedes-treino_0_950304994.html

      Sebastian Vettel desbanca Mercedes no segundo treino livre na Alemanha

      O piloto alemão Sebastian Vettel, da RBR, foi o melhor na segunda sessão de treinos livres para o GP da Alemanha com o tempo de 1m30s416. Na segunda colocação, assim como no primeiro treino livre, ficou o alemão Nico Rosberg da Mercedes, com 1m30s651. Fechando os três melhores pilotos do segundo treino livre, Mark Webber, também da RBR, que fez o terceiro melhor tempo (1m30s683).

      O brasileiro Felipe Massa fechou na sétima colocação com o tempo de 1m31s059, e na sua frente ficou seu companheiro de Ferrari, o espanhol Fernando Alonso com 1m31s056.

      Lewis Hamilton que foi o melhor durante a primeira sessão de treinos, teve o seu rendimento abaixo do esperado na segunda parte e terminou apenas com o oitavo lugar e o tempo de 1m31s304.

      Pneus em ordem

      Após as duas atividades do dia em Nurburgring, nenhum problema com foi registrado com os pneus da Pirelli. A fornecedora está atenta após a ameaça dos pilotos em não participar da corrida caso o problema com os pneus se repetisse.

      Neste sábado às 6h será disputado mais um treino livre, antes do decisivo que definirá o grid de largara para o GP da Alemanha.

      Confira a classificação do segundo treino livre para o GP da Alemanha:
      1) Sebastian Vettel (ALE/RBR) 1m30s416 (39 voltas)
      2) Nico Rosberg (ALE/Mercedes) 1m30s651 + 0s235 (38)
      3) Mark Webber (AUS/RBR) 1m30s683 + 0s267 (41)
      4) Romain Grosjea (FRA/Lotus) 1m30s843 + 0s427 (32)
      5) Kimi Raikkonen (FIn/Lotus) 1m30s848 + 0s432 (27)
      6) Fernando Alonso (ESP/Ferrari) 1m31s056 + 0s640 (39)
      7) Felipe Massa (BRA/Ferrari) 1m31s059 + 0s643 (41)
      8) Lewis Hamilton (ING/Mercedes) 1m31s304 + 0s888 (35)
      9) Jenson Button (ING/McLaren) 1m31s568 + 1s152 (37)
      10) Paul Di Resta (ESC/Force India) 1m31s797 + 1s381 (40)
      11) Adrian Sutil (ALE/Force India) 1m31s824 + 1s408 (34)
      12) Daniel Ricciardo (AUS/STR) 1m31s855 + 1s439 (42)
      13) Jean-Eric Vergne (FRA/STR) 1m32s055 + 1s639 (39)
      14) Sergio Pérez (MEX/McLaren) 1m32s086 + 1s670 (36)
      15) Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) 1m32s495 + 2s079 (39)
      16) Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber) 1m32s762 + 2s346 (44)
      17) Valtteri Bottas (FIN/Williams) 1m32s879 + 2s463 (35)
      18) Pastor Maldonado (VEN/Williams) 1m32s880 + 2s464 (36)
      19) Charles Pic (FRA/Caterham) 1m33s695 + 3s279 (38)
      20) Giedo van der Garde (HOL/Caterham) 1m33s804 + 3s388 (40)
      21) Jules Bianchi (FRA/Marussia) 1m34s017 + 3s601 (10)
      22) Max Chilton (ING/Marussia) 1m34s667 + 4s251 (39)
    • brunogalvao81
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      Vettel enfim vence na Alemanha e dá passo importante rumo ao tetra consecutivo na F1

      Sebastian Vettel chega à metade da temporada com uma vantagem de 34 pontos para o vice-líder, Fernando Alonso. Em 2012, o cenário era oposto, mas a diferença é que Vettel continua sendo o piloto que tem em mãos o carro mais capaz de vencer corridas.

      Vencer um GP em casa é um sonho para todo piloto. Alguns conseguem com relativa facilidade, outros sofrem um bocado. Sebastian Vettel sofreu um pouco para conseguir triunfar pela primeira vez na Alemanha. A tão sonhada primeira vitória em terras germânicas foi celebrada apenas na sexta prova de Vettel em seu país, neste domingo (7), em Nürburgring. E, além de acabar com essa espera, o quarto triunfo dele em 2013 é também um importante passo rumo ao tetracampeonato consecutivo da F1.

      Nona de 19 corridas agendadas, o GP da Alemanha marcou a metade do campeonato. Vettel venceu praticamente metade dessas corridas e tem como piores resultados dois quartos lugares nas oito vezes em que recebeu a bandeirada quadriculada. Essa regularidade em um alto nível já o coloca com uma vantagem de 34 pontos para o vice-líder, o espanhol Fernando Alonso.

      A dez GPs do fim da temporada 2012, Vettel estava a 44 pontos de Alonso, o então líder. 49 depois do GP da Itália. Havia, contudo, uma diferença crucial: a Red Bull tinha um carro capaz de vencer corridas. A Ferrari, não mais. O asturiano subiu ao alto do pódio duas vezes em um momento em que não havia uma ordem de forças estabelecida na categoria. Na reta final, chegou sete vezes atrás do alemão, que emplacou quatro vitórias seguidas em Cingapura, no Japão, na Coreia do Sul e na Índia.

      Ao contrário da Ferrari de 2012, a Red Bull de 2013 não parece estar abaixo das principais adversárias. Parece estar à frente. Lidera o Mundial de Construtores com 67 pontos de vantagem para a Mercedes e é a equipe que tem a melhor relação entre o desempenho em ritmo de classificação e o desempenho em ritmo de corrida.

      Alonso sabe disso. Acredita que ainda pode ser campeão, mas não com o cenário atual. “Para recuperar, você precisa vencer duas ou três corridas e, no momento, parece que não somos capazes de fazer isso”, comentou o ferrarista.

      Mas hoje, para Vettel, o mais importante foi o fato de ter vencido diante de sua torcida. “Definitivamente, um grande alívio”, suspirou. Ele já havia terminado o GP da Alemanha em segundo, em terceiro, em quarto, em quinto e em oitavo. Nunca abandonou. Faltava o troféu de primeiro lugar.

      “Às vezes, estivemos perto. Acho que tivemos boas corridas no passado na Alemanha. As duas pistas, Hockenheim e Nürburgring, significam muito para mim. Ter a habilidade para vencer um GP em casa. Um grande alívio, muito feliz, um dia especial, com certeza”, celebrou o piloto.

      Para ganhar, Vettel contou com um bom trabalho da Red Bull na estratégia. Não, o time não traçou nenhuma grande tática, mas foi perfeito ao se defender dos planos da Lotus.

      Na volta 40, o time inglês chamou Romain Grosjean para os boxes. A ideia era dar a ele pneus novos para que, voltando à pista, ele pudesse cravar voltas voadoras e superasse Vettel com isso. A execução foi impecável: o gaulês deixou os boxes bem à frente de Sergio Pérez, a 7s de Lewis Hamilton, ou seja, não precisou se preocupar com o tráfego. Um giro depois, a Red Bull ordenou que o alemão parasse para a última troca de pneus.

      Enquanto isso, Kimi Räikkönen continuou na pista pensando em dar 30 voltas com o mesmo jogo de pneus, missão impossível. Quando viu que não teria como, colocou compostos macios e se aproximou bastante de Vettel, mas tarde demais.

      O rubrotaurino admitiu que seu time agiu defensivamente. “Tentamos cobri-los para garantir que ficaríamos à frente e defendêssemos a liderança, pois vimos que ultrapassar é complicado aqui”, comentou.

      A Lotus também comprovou que a estratégia da Ferrari deu errado. O time italiano escolheu largar com pneus médios em vez dos macios e concluiu que subestimou a capacidade dos compostos. “Acreditamos que os pneus macios iam durar seis voltas, e eles duraram 12”, disse Alonso. “Eu não acho que a tática deu tão errado assim. Não acho que a tática representou muito. Largando com pneu mole também não é tão ruim”, acrescentou Felipe Massa.

      Alonso terminou na quarta colocação, muito perto de Grosjean. Massa abandonou ainda nas primeiras voltas depois de rodar sozinho no fim da reta dos boxes. Travou as rodas traseiras, tentou consertar, o carro chicoteou para um lado e para outro e, de repente, estava na área de escape em quinta marcha. O motor apagou. Ele falou que não sabe exatamente o motivo de o carro ter reagido como reagiu, mas que “a equipe não viu nada no carro”. É a sequência de azares e erros continuando: o piloto se envolveu em acidentes e incidentes, por culpa dele ou não, nos últimos quatro finais de semana de corrida.

      A próxima etapa do Mundial de F1 acontece daqui a três semanas, na Hungria, mas isso não significa férias para ninguém. Entre os dias 17 e 19, treinos coletivos acontecerão em Silverstone, na Inglaterra, com a presença de pilotos novatos e titulares.
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      Contrato de 1987 com Lotus revela exigências e proibições de Senna e empresa em paraíso fiscal

      Foram revelados nesta quarta-feira (10) os detalhes do último acordo entre Ayrton Senna e a Lotus. O contrato, datado de 1987, veio à tona por meio do blog do jornalista Fábio Seixas e está na internet no site da Legacy Tobacco Documents Library (LTDL), um arquivo digital de documentos da indústria tabagista criado pela Universidade da Califórnia. O documento de 18 páginas e cinco apêndices foi assinado em janeiro daquele ano e traz informações sobre as exigências, proibições e salários do piloto, morto em 1994, durante o GP de San Marino.

      O acordo apontava que o brasileiro ganhava US$ 1,5 milhão, não podia usar boné do falido Banco Nacional nem praticar esportes de alto risco, tinha status de primeiro piloto e uma empresa em um paraíso fiscal. Segundo o contrato, a sede da empresa de Senna – a AS Promotions – ficava em Nassau, nas Bahamas. O vínculo era de duas temporadas, mas havia uma opção limite para rescisão sem multas e de ambos os lados – 8 de agosto de 1987. O tricampeão acabou usando essa clausula para fechar com McLaren para 1988.

      Entre as várias exigências, o documento inicia com a obrigação de Ayrton em usar "seu nome e sua fama", além da participação em eventos promocionais da empresa e o uso de roupas escolhidas pela Lotus, assim como a posição dos patrocinadores no capacete. Também foi solicitado a deixar a Inglaterra por conta de questões fiscais. Como se sabe, Senna passou a viver em Mônaco.

      O acordo também proibiu o piloto de usar o boné do Banco Nacional e praticar esportes de risco como motociclismo, asa delta e esqui. O vínculo, entretanto, não fala em propaganda de cigarros. Mas liberava patrocinadores pessoais do piloto no capacete e no macacão.

      Pelos lados da Lotus, a equipe se comprometeu a pagar um extra por ponto marcado, e para cada piloto, naquele ano – US$ 40 mil. E ainda previa uma bonificação de U$250 mil em caso de título, além da divisão dos valores de eventuais premiações em corrida. O time inglês ainda fez um seguro de vida para o brasileiro.

      Um dos parágrafos deste acordo revela também a anuência da Camel (patrocinadora da equipe e de propriedade de grupo J.R. Reynolds) para que Senna fosse o piloto principal naquele ano e em 1988, dispensando obrigatoriamente Satoru Nakajima das funções e que "se algum piloto não guiasse para a equipe por quaisquer razões, a Lotus tem de pedir a aprovação da Reynolds para substituir por um piloto de mesmo calibre".

      Outros documentos verificados pelo GRANDE PRÊMIO indicam que o acordo foi fechado em 30 de janeiro daquele ano, de acordo com o calendário de documentos entre as partes. Senna não assinou nem o contrato com a equipe, tampouco a carta em que confirma ter seu conhecimento dos detalhes, sendo representado por um advogado.

      O GP verificou também que o patrocínio assinado entre a Reynolds (Camel) e a Lotus era de US$ 5 milhões, pago em cinco parcelas de diferentes valores. A empresa tabagista também fazia os pagamentos dos bônus por resultados, na seguinte ordem: vitória em corrida rendia US$ 30 mil; segundo lugar, US$ 20 mil; terceiro lugar, US$ 10 mil; e pole, US$ 5 mil. Com o terceiro lugar no Mundial de Pilotos daquele ano, Senna faturou algo em torno de US$ 165 mil, sem contar o segundo lugar no GP da Austrália. O piloto foi desclassificado da prova.

      Ainda, as partes tentaram amarrar Senna à equipe de tal forma que ressaltavam que "os acordos entre a AS Promotions e a Lotus e a Reynolds são por um período de dois anos e nenhuma referência deve ser feita com uma opção de término". Havia até outro acordo já feito com a AS Promotions para que a Reynolds tivesse o direito de explorar a marca Camel no boné de Senna.
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      brunogalvao81
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      Russos também na F1. A Sauber agradece:

      http://www.grandepremio.com.br/f1/noticias/sauber-anuncia-parceria-com-empresas-russas-deixa-crise-para-tras-e-garante-futuro-na-f1
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      brunogalvao81
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      Esse ano a McLaren faz 50 anos e o time vai contar essa história por animação: