Downswing - uma análise psicológica
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A mudança espontânea para um downswing
Muitas pessoas questionam-se sobre o que está a correr mal durante um downswing. Algumas criam um tópico no fórum de discussão. Há dois tipos de tópicos:
1. Eu estou a fazer tudo bem mas estes estúpidos fishes Americanos dão-me bad beats atrás de bad beats.
2. Ajudem-me, estou a chegar ao limite, morto, praticamente morto, quase morto, morto e enterrado, já fomos, o pior jogador; algo deste género.
Na minha opinião, os que dizem “Eu sou o melhor e só me estou a queixar” são os piores. É cansativo tentar dar-lhes dicas, pois ouvirás com frequência “ah, já estou positivo depois de umas mãos de 5k, por isso está tudo bem!”. Para além do mais, acho que o encorajamento, como dizer que esta mão ou aquela não são significativas, ou dizer “cabeça levantada” ou “vai melhorar”, não é útil por si só. Retira a concentração do jogador no presente. A evolução.
O segundo tipo de jogador está tão enervado que já não faz a mínima ideia “a quantas anda”. O desespero está logo no seu cabeçalho. Nenhuma dica vai ser realmente útil. Ele também não está muito bem. A sua concentração também desapareceu.
Vamos, contudo, repor a concentração e ver o que acontece (pode acontecer) com um downswing:
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